Motivação contextual a partir da autodeterminação nas aulas de Educação Física
DOI:
https://doi.org/10.47197/retos.v0i41.80998Palavras-chave:
Motivação, amotivação, não motivação, aula, educação física, alunosResumo
O objetivo proposto no presente estudo foi determinar o tipo de motivação, na perspectiva da autodeterminação, em alunos do ensino médio, para a aula de Educação Física do Liceu Antonio Varas de la Barra em Arica, Chile, e sua relação entre o nível de estudos e sexo. Participaram 717 alunos de 1ª a 4ª série. O instrumento utilizado foi a Escala de Locus de Causalidade Percebida na Educação Física (adaptação em espanhol). Dentre os resultados, foram encontrados resultados médio-alto (5,09 e 5,22) para as dimensões Motivação Intrínseca e Regulação Identificada, respectivamente; enquanto as dimensões Regulação Introjetada e Regulação Externa apresentaram valores médios, 4,49 para Regulação Introjetada e 4,72 para Regulação Externa. Já a desmotivação atingiu um valor médio-baixo (3,70). De forma genérica, o sexo masculino apresentou valores superiores ao feminino, em todas as dimensões, exceto na não motivação, porém, essas diferenças não foram estatisticamente significativas. Concluiu-se que a Motivação Intrínseca, a Regulamentação Identificada caracterizam a população estudada, a desmotivação apresentou resultados baixos, de forma que os alunos do ensino médio, principalmente os homens de níveis mais elevados, são motivados por Aula de educação fisica.
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