Variações de ascensão cinemática em ciclistas de montanha
DOI:
https://doi.org/10.47197/retos.v1i40.81430Palavras-chave:
Ciclismo, fenômenos biomecânicos, estilo técnico, características cinemáticasResumo
O objetivo deste estudo foi determinar os indicadores cinemáticos relevantes entre os ciclistas das categorias Elite e Sub-23 de mountain bike cross country (MTB) na técnica de subida. A amostra foi composta por ciclistas Sub-23 (n = 5; 18,8 ± 0,5 anos) e Elite (n = 7; 24,2 ± 2,0 anos), todos do sexo masculino, destros e federados de competições de BTT cross country. Os dados foram registrados a partir do plano sagital ao subir um terreno com inclinação de 9,5 ± 0,5% com a técnica de videofotogrametria. Os indicadores que apresentaram diferenças entre as categorias foram: velocidade angular do ciclo de pedalada à esquerda (p = 0,04; g = -1,22), tempo do ciclo de pedalada à esquerda (p = 0,02; g = 1,44), velocidade angular do ciclo de pedalada à esquerda da fase preparatória (p = 0,03; g = -1,37), enquanto para a velocidade da junta; velocidade do quadril esquerdo na fase clean and jerk (p = 0,029; g = -1,38), velocidade do tornozelo esquerdo (p = 0,005; g = -1,94) e tornozelo direito (p = 0,002; g = -2,17) na fase de Recuperação.
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Direitos de Autor (c) 2020 Esteban Aedo Muñoz, Alberto Rötger Guarda, Ignacio Ria Gamboa, Natalia Rodríguez Zárate, Cristian Rojas Reyes, Nelson Aedo Muñoz, Diego Valenzuela Pérez, David Arriagada Tarifeño, Rodrigo Argothy, James Sepulveda Salazar, Bianca Miarka, Ciro José Brito

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