Surf na educação formal: revisão sistemática
DOI:
https://doi.org/10.47197/retos.v41i0.82917Palavras-chave:
surf, educação formal, ensino, professores, educação física, revisão sistemáticaResumo
O objetivo do artigo foi fazer uma revisão dos trabalhos que estudaram a prática do surf na educação formal para conhecer as iniciativas desenvolvidas e sintetizar as diretrizes pedagógicas para a sua aplicação. Para isso, foi realizada uma revisão sistemática nas bases de dados Dialnet, Eric, SciELO, Scopus e Web of Science. Foram recuperados 12 documentos, publicados entre 2008 e 2018, desenvolvidos em cinco países diferentes e com foco no surf, bodyboard e standup paddle. Esses estudos concluíram que uma abordagem progressiva do meio aquático e do surf deve ser realizada em três fases (centro educacional, piscina e praia), começando pela prática do bodyboard por ser mais fácil e menos perigoso do que o surfe de prancha curta. Para as sessões de piscina e praia, recomenda-se a utilização do recreio para deslocações, situando as sessões nas últimas horas do dia letivo. Os professores de Educação Física que desejam implementar o surf em suas aulas devem adquirir conhecimentos relacionados à segurança no mar, com os equipamentos necessários à prática e com a própria técnica do surf.
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