Resiliência e otimismo na ginástica rítmica
DOI:
https://doi.org/10.47197/retos.v0i41.83086Palavras-chave:
psicologia, resiliência, otimismo, ginástica rítmica, esporteResumo
Estudos sobre resiliência e otimismo nos esportes são escassos. O objetivo deste trabalho é conhecer a prevalência de resiliência e otimismo na ginástica rítmica; e analisar diferenças com base em sua categoria de idade, anos de prática esportiva e experiência em competição. Foram avaliadas 29 ginastas rítmicas (idade 13-20; M = 15,3; DP = 1,83). A Escala de Resiliência adaptada para o espanhol e a Escala Revisada de Orientação à Vida (LOT-R) foram utilizadas para o otimismo. Os resultados indicam que 24,8% dos participantes apresentam alta resiliência. Quanto ao otimismo, 20,7% apresentam patamares elevados contra 62,1% que apresentam patamares baixos. Não há diferenças de resiliência e otimismo de acordo com as variáveis analisadas. Sugere-se abordar os níveis de otimismo dos atletas para melhorar seu bem-estar e desempenho esportivo.
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